IA na advocacia

IA com advogado no comando.

No Zuris, a inteligência artificial prepara: organiza a carteira, lê publicações, pesquisa jurisprudência e monta rascunhos. Quem decide, revisa e assina é o advogado. Esta página diz, ponto a ponto, como isso é garantido.

Rascunho, nunca peça pronta

Minutas e documentos gerados com IA saem como rascunho para revisão. O Zuris não protocola petições nem assina documentos em nome de ninguém.

Confirmação antes de gravar

No conector para Claude e ChatGPT, toda ferramenta que cria ou altera um registro descreve o que vai ser salvo e espera a confirmação de quem está no comando.

Fonte em cada resposta

As respostas de jurisprudência citam as decisões e súmulas da base, com link para a fonte oficial. O que não tem fonte não entra na resposta.

Inteiro teor só para advogado

No acervo público, a íntegra de uma decisão abre apenas para advogado identificado por nome, e-mail, OAB e UF, com registro do acesso.

Dados separados por conta

Cada conta enxerga só os próprios dados. O acesso por IA passa por OAuth ou token, nunca por credencial na URL, e respeita o mesmo escopo.

Feito para quem exerce a profissão

O Zuris é oferecido a advogados, escritórios e peritos judiciais. A assistente de suporte responde sobre o uso da plataforma, não sobre o caso do cliente.

O que a IA não faz no Zuris

  • Não protocola petições nem assina documentos.
  • Não decide estratégia processual sozinha: sugere, e a escolha fica registrada como sua.
  • Não responde dúvida jurídica de cliente final. Isso é trabalho do profissional, não do software.
  • Não grava, lança ou altera nada pelo conector sem confirmação.
  • Não substitui a revisão: a responsabilidade pela peça continua sendo de quem assina.

Por que isso importa agora

Em outubro de 2026 a OAB-SP levou à Justiça uma plataforma que produz peças jurídicas com IA, pedindo supervisão humana obrigatória e proibição de oferta a quem não é inscrito na Ordem. Desde novembro de 2024 o Conselho Federal da OAB recomenda que o advogado mantenha o sigilo do cliente, revise o que a IA produz e informe o cliente sobre o uso da tecnologia. O Zuris foi desenhado para caber nessa regra, não para contorná-la.

Conteúdo gerado por IA é rascunho e deve ser revisado por um profissional habilitado antes de qualquer uso. Funcionalidades podem mudar; a Central de Ajuda e a página de planos são as fontes atuais.